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Armenian
History of Christianity is a six part survey designed to stimulate your curiosity by providing glimpses of pivotal events and persons in the spread of the church.
last story: Seculo 3
next story: Seculo 5
NEW ON DVD
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Igreja passou de perseguida a perseguidora. O cânon do Novo Testamento
foi confirmado. Aconteceram os primeiros grandes concílios. Surgiram
os Historiadores da Igreja. A influência de Augustine Hippo.
- O século quarto, assim como o século dezesseis (e talvez
o século vinte), são um daqueles períodos na história
da Igreja quando mudanças repentinas tomam lugar como uma a chama-piloto
para uma nova direção para o povo de Deus.
- Esse século foi testemunha de grandes mudanças e transições
no relacionamento da Igreja com o Estado e com a sociedade. Uma lista
de seis mudanças consiste de:
1. O Império Romano persegue a Igreja - no começo do século
a Igreja passou pela "Grande Perseguição" - a última
e a pior de todas. Essa foi instituída pelo imperador Dioclesio,
em 305 D.C., com a intenção de acabar com a Igreja. A
perseguição falhou.
2. O Império tolera a Igreja - O imperador Constantino aceita
o Cristianismo, e à Igreja é legalizada. Diz-se que Constantino
fez do Cristianismo a religião oficial do Império Romano.
Isso não é verdade. Constantino restaurou as perdas que
a Igreja teve durante os séculos anteriores. E também
deu a ela um tratamento favorável como uma das muitas religiões
toleradas pelo império.
3. O Império Romano desafia a Igreja - O Paganismo não
cedeu sem lutar. O imperador Juliano (361-363 D.C.) tentou, sem sucesso,
o resstabelecimento deste.
4. O Império Romano adota a Igreja - O Cristianismo é
oficialmente declarado como a religião do estado sob o imperador
Teodisio IX, no ano 381 D.C.
5. A Igreja desafia o Império Romano - O Bispo Ambrósio
de Milão, numa dramática confrontação (que
por séculos foi tentativa do estabelecimento da igreja-estado),
desafia o imperador romano.
6. A Igreja persegue seus oponentes - Ela começa, nesse século,
como uma minoria perseguida. No final do mesmo a Igreja perseguida se
transforma na Igreja perseguidora. Os seus motivos fazem sentido. Ela
viu-se combatendo heresias, falsa religiosidade, e as forças
do mal. Na verdade, em muitos caminhos, ela é, no final desse
século, uma Igreja diferente num mundo diferente.
- O cânon do Novo Testamento foi confirmado. Isso aconteceu na
Páscoa do ano 367 D.C., depois de uma carta de Anastásio,
e depois dos concílios de 382 D.C. e 397 D.C. Os concílios
deram o reconhecimento final à matéria. Entretanto, as
Escrituras cristãs não foram criadas quando do reconhecimento
dos concílios. Simplesmente foi confirmado o que já se
era geralmente reconhecido e aceito.
- Milhões de novos membros entraram para a Igreja. Tornar-se
cristão não era mais um risco; e poderia ser política
e socialmente oportuno. Assim, a Igreja teve que lidar com os princípios
de crença e atitudes dos novos membros.
- A Igreja perseguida se torna a Igreja perseguidora. Pelo final desse
século a Igreja que por tanto tempo suportou perseguições
como uma fé minoritária, se tornou a perseguidora.
- Os concílios mais importantes - A Igreja agora passou a necessitar
esclarecer e definir o que ela crê. Foi requerido um tempo bem
longo para entender e explicar a pessoa e a natureza do Cristo. Foi
sob o Imperador Constantino que o primeiro mais importante concílio
aconteceu na cidade de Nicéia (atualmente território turco),
em 325 D.C.. O segundo concílio mais importante da época
se deu em Constantinopla, em 381 D.C.
- Os Donatistas surgiram em 311 D.C. - Assim que a Igreja alcançou
um estado de tolerança, uma severa ruptura acontece no Norte
da África, onde a Igreja era bem forte. Essa ruptura permaneceu
por trezentos anos. O que tinha sido até então um forte
centro da Igreja, está agora tão fraco que eventualmente
se perdeu.
- Um importante avanço missionário aconteceu quando Ufilias
levou o Evangelho para os Bárbaros Godos pelos meados desse século.
- Igreja locais passam a ser erguidas em todas as partes - depois da
legalização a Igreja cresceu no mercado imobiliário.
Por vezes grandes basílicas foram construídas no lugar
onde anteriormente haviam templos pagãos.
- A Capital do Império Romano mudou-se para Constantinopla -
cidade que foi fundada em 324 D.C., e foi dedicada em 11 de maio de
330 D.C. Roma deixou de ser o centro do Império. A Igreja começaou
a assumir o lugar vazio da mudança.
- A obra de Eusébio, 'A História da Igreja' - O Bispo
Eusébio, de Cesaréia, tornou-se o primeiro importante
historiador da Igreja, passando assim um legado de documentos da igreja
antiga sem precedentes.
- Agostinho converteu-se em 386 D.C. Ele passaria a ser um dos mais
importantes teólogos em toda a história da Igreja.
ANO 400: DOZE GERAÇÕES DEPOIS DE CRISTO
Percentagem de cristãos: 18.6%
Raças na Igreja: Outras: 64%; Branca: 36%
Evangelização: 39% do mundo
Escrituras: 11 idiomas
Total de mártires desde o ano 33 DC: 1.950.000 (1.0% de todos os
cristãos; 5,310 por ano)
Fonte: David Barrett |
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